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Agir é obrigatório

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20 de abril, 00:32

As crianças não vacinadas trazem em si um risco de morte própria e para a saúde pública.

A infeliz menor que se tornou a primeira vítima mortal feita pelo sarampo, nesta fase de risco causado pela não vacinação, é um vibrante grito de alerta.

Inês não terá sido vacinada por decisão de um profissional de saúde - versão da família. Seja por que for, Inês não estava imunizada contra o sarampo. Porém, como acontece em milhares de outros casos atuais, quase todos na classe média e média alta, a menina pôde frequentar escolas, ou qualquer outra atividade coletiva do seu interesse.

As crianças não vacinadas trazem em si um risco de morte própria e para a saúde pública.

Não deve caber aos pais a decisão de vacinar as crianças contra as doenças mais graves, como não cabe aos pais a decisão sobre se os seus filhos devem, ou não, aprender a ler. Podem, ou não, viver.

A devolução aos centros de saúde da competência exclusiva (partilhada por decisão de Paulo Macedo com os hospitais privados) na vacinação infantil será uma medida bondosa.

É imperioso que as escolas barrem a matrícula a quem não está vacinado e comuniquem o caso de imediato à comissão de proteção de menores da área.

Deve o Código Penal reservar para os pais relapsos a designação de criminosos, se a criança não vacinada for vítima de doença com vacina eficaz.

No momento presente, o Governo deve deixar a pedagogia barata e agir de forma a atacar este fenómeno da moda de não vacinar os filhos.

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