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Destruição da PJ

Destruição da PJ

19 de março, 00:30

Um jogo de xadrez joga-se a dois e, deste lado, jogamos pela Justiça.

Recentemente – e referimo-lo porque é público na comunicação social – um Inspetor da PJ esteve recluso numa prisão na Suíça com o propósito de recolher provas que determinasse ou não a autoria de um crime de homicídio por parte de um cidadão português que se encontrava recluso na mesma prisão, tendo a operação sido realizada no âmbito do regime de ações encobertas, cuja competência exclusiva em Portugal é da PJ.

Todos os nossos colegas que prestam serviços como agentes infiltrados, fazem-nos no estrito espírito de missão e da persecução dos superiores interesses da Justiça, pois não podem ser obrigados a realizar ações encobertas, sendo as mesmas - com base em necessidade extremas - voluntárias.

No entanto, sabemos que há quem desprestigie e tente relativizar estes sacrifícios, assim como tantos outros, que as mulheres e homens na PJ realizam todos os dias em prol da Justiça. E como o fazem? Fazendo chegar a quem de direito uma realidade destorcida e pugnando diariamente em destruir um legado e um serviço público com provas dadas.

A essas pessoas, que sabemos quem são, gostaríamos que não se esquecessem que um jogo de xadrez se joga a dois e, deste lado, jogamos pela Justiça.

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