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Uma Cruz cada vez mais pesada

Uma Cruz cada vez mais pesada

20 de março, 00:31

A ideia é que a ADSE tome a posição de 45% que atualmente é detida pela Parpública.

O Hospital da Cruz Vermelha tem uma longa e prestigiada história. Inaugurado em 1965, prestou os derradeiros cuidados de saúde ao presidente do Conselho António de Oliveira Salazar e ao Presidente da República Mário Soares. Sujeito a grandes obras de remodelação em 1998, é uma unidade de saúde moderna que, infelizmente, tem na fragilidade das suas contas um grande problema. Tão grande, que o Correio Indiscreto não conseguiu descobrir os números de 2015. Em 2014, a CVP - Sociedade de Gestão Hospitalar SA , dona do Hospital da Cruz Vermelha, registou vendas no valor de 35 milhões de euros, mas o resultado líquido não foi além dos 433 mil euros.

Um dos acionistas do hospital é o Estado através da Parpública, que detém 45%. Agora, a ideia é que aquela participação seja adquirida pela ADSE - o sistema de saúde dos funcionários públicos. O racional do negócio faz sentido. Em vez de pagar milhões de euros aos privados (só ao Grupo Luz Saúde o Estado pagou mais de 93 milhões de euros em 2016), o Estado adquire uma participação direta no Hospital da Cruz Vermelha e canaliza para aquela unidade todos os exames complementares de diagnóstico dos funcionários públicos.

Esta solução vai ao encontro da vontade dos acionistas privados que, a partir de 2015, foram confrontados com a retenção de pagamentos oriundos de Angola, país com o qual o Hospital celebrou um protocolo importante ao nível da cardiologia.

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